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Ricardo Ribeiro

Comecei a cruzar o mundo já tarde, mas num espaço de tempo relativamente curto senti recuperado o atraso. Foram cerca de cinquenta países e muitas experiências, em apenas nove anos, quase todas narradas no blog Papaléguas. Mas esses escritos são apenas um diário de viagens. Senti que tinha mais a contar, que podia ensinar algo. E decidi iniciar um segundo blog. Se o primeiro pode ser definido como “de viagens”, este é “sobre viagens”.

Balcãs 2010. Dia 18. Ruse.

Não sei se já tinha mencionado isto, mas o meu anfitrião tirou um dia de férias para me mostrar tudo e mais alguma coisa em Ruse. Como combinado, acordei às 9:00. Lá fora, um dia cinzentão, pouco convidativo. Na cozinha ...

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Balcãs 2010. Dia 17. Ruse.

  Adeus Veliko Turnovo. Acordar, tratar das rotinas, fazer a mala e sair, depois de uma boa despedida do Hristo. Apanhei um táxi para a estação, que desconfio que me engrupiu, dando uma volta desnecessária. Paguei pouco menos de 2 ...

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Balcãs 2010. Dia 16. Veliko Turnovo.

Dia de descompressão. Acordar, ronha em casa. E mais ronha. Até que o Hristo informou que iriamos a casa de um amigo dele experimentar um vinhaço caseiro. Descemos até à baixa a pé, depois apanhámos um autocarro. É curioso ver ...

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Balcãs 2010. Dia 15. Veliko Turnovo e Arbanasi.

Segundo dia em Veliko Turnovo. Um dia cheio de sol, a pedir para ser aproveitado. Os meus parceiros de Couchsurfing partiram hoje para Bucareste… vão-me uns dias adiantados. Saimos juntos, eles, apanharam um táxi para a estação, eu, fiz os ...

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Balcãs 2010. Dia 14. Veliko Turnovo.

Ontem, com a boa ajuda de incontáveis copos de cerveja, adormeci como um anjo. Mas dá-me a ideia que a noite não foi assim tão boa… acho que tive frio, e o colchão de ar também não ajudou. Mas nada ...

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Balcãs 2010. Dia 12. Koprivisthitsa e Ivan Vazovo.

De manhã, saída em direcção a Koprivishtitsa, com paragem para tomar como pequeno almoço um boião de yogurte de búfalo feito no local. A paisagem búlgara ergue-se imponente, com uma cadeia de montanhas por detrás de Karlovo, que depois nos ...

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Balcãs 2010. Dia 11. Ivan Vazovo.

O acordar é doce numa aldeia perdida do centro da Bulgária. De novo o chá com mel como pequeno-almoço. E mais tarde, aparece o Justin. E a mulher do Atanas que está de passagem, dirigindo-se para os banhos termais com ...

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Balcãs 2010. Dia 9. Plovdiv e Ivan Vazovo.

O último acordar em Sofia. O dia estava cinzento, mas permitiu-me ainda chegar à estação de comboios sem chuva, o que muito agradeci, porque fazer os 4 km a pé carregado como uma mula já foi provação suficiente. A primeira ...

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Balcãs 2010. Dia 8. Sofia.

  Pela primeira vez na Bulgária precisei de colocar despertador. Hoje o dia foi dedicado a Vitosha, a montanha que se ergue, imponente, a Sul de Sofia. E com guia privado! A Vladimira gentilmente aprestou-se para me mostrar os seus ...

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Balcãs 2010. Dia 7. Sofia.

Odómetro pedestre diário: 15 km Odómetro pedestre total: 118,5 km As manhãs têm sido brilhantes. Desta vez, ainda estava a esfregar os olhos e já estava a ser sentado à mesa, onde me foi servida uma refeição… duradoura. Às 17:00 ...

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Balcãs 2010. Dia 6. Sofia.

Odómetro pedestre diário: 23,5 km Odómetro pedestre total: 103,5 km Hoje pela manhã fui brindado com um pequeno-almoço local. Uma espécie de fatias douradas sem açucar, e doces caseiros para barrar, assim como queijo búlgaro. Uma delícia inesperada que me ...

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Balcãs 2010. Dia 5. Sofia.

  Dormi que nem um anjo. Tinha chegado ontem à noite, já madrugada, depois de um atraso notável de cerca de duas horas provocado pelo congestionamento de tráfego no aeroporto de Barajas. O pobre Emile esperou todo esse tempo por ...

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Balcãs. Dia 4. Madrid – Sofia.

  Depois da noite do dia anterior ter sido temperada por algum alcóol e por um ligeira entrada pela madrugada, interrompida apenas pela premência em apanhar o último metro, hoje dei-me ao luxo de dormir sem limites. O resultado, ao ...

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Balcãs 2010. Dia 3. Madrid.

  Ainda em Madrid. Hoje  mudei de pouso. Foi o dia de passar de casa do Victor para casa do Carlos. Sem dúvida um estilo de vida diferente. Vim encontrar o ambiente que conheci em Praga nos melhores tempos por ...

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Balcãs 2010. Dia 2. Madrid.

O despertador tocou às 7:40 e depois de um acordar relaxado e de uns preparativos igualmente em ritmo zen, saí para a rua. O plano para hoje não era complicado, apesar de se ter revelado um tudo nada ambicioso. Fui ...

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Balcãs 2010. Dia 1. Madrid.

Odómetro total linear: 525 Km Odómetro diário: 2,5 Km A manhã começou cedo e cheia de stress. Às sete horas já estava a acordar, com quase meia casa ainda por limpar e arrumar, e isso para ser terminado antes das ...

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Sevilha e Marrocos. Fez. Despedida.

Hoje é Sábado. Último dia desta curta viagem a Marrocos. De manhã, fomos a pé visitar os túmulos que existem numa das colinas na periferia da cidade antiga, e aproveitamos para visitar o Museu Militar, instalado no forte norte da ...

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Sevilha e Marrocos – Fez

Dia 3 em Marrocos. Sexta-feira, dia santo. As artérias principais encontram-se mais desanuviadas do que o costume, com muitos dos fieis a cumprir escrupulosamente os mandamentos. Mais de metade das bancas e pequenas lojas encontram-se encerradas, mas mesmo assim não ...

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Sevilha e Marrocos – Mekenès e Fez

O pequeno-almoço foi ainda tomado no hotelzinho simpático de Moulay Idriss: panquecas marroquinas, doce de laranja, manteiga, sumo de laranja, chá de menta, manteiga, ovos cozidos. Tudo de fabrico caseiro, a funcionar como uma óptima despedida de um local que ...

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Sevilha e Marrocos – Moulay Idriss

Partimos de Sevilha, com mais uns daqueles bilhetes Ryanair comprados ao preço de nada, que se adquirem sem pensar muito e que depois logo se vê se de facto se usam. À chegada a terras africanas, o calor esperado, e ...

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Sevilha e Marrocos – Sevilha

O autocarro que vagarosamente vence a distância entre Faro e Sevilha é um pedaço desprezível de lata. Com piso perfeito a coisa vai-se disfarçando, mas como entre o trajecto entre as duas cidades não se faz sem quatro ou cinco ...

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Sevilha e Marrocos

Amanhã, assim como não quer a coisa, ponho-me a caminho de Marrocos, com paragem em Sevilha. E porque não, neste mundo louco de “low costs”, onde um bilhete de ida e volta com a Ryanair custa sensivelmente o mesmo que ...

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Bulgária e Roménia – Aproximação

O Papaléguas prepara-se para mais uma expedição europeia, desta feita lá para os lados dos Balcãs. Vai ser um mês inteirinho, bastante itinerante e pleno de improvisação. A ideia materializou-se um dia, nem sei bem quando, nem porquê. Nasceu utópica, ...

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Estocolmo, Suécia, dias 2 a 5

A chegada a Estocolmo não correu bem. Chovia a bom chover, perdemo-nos. O PDA, com GPS, é que nos salvou, mas morreu heroicamente, atingido mortalmente pela água que tudo cobria, uns momentos após nos conduzir a porto seguro. Foi o ...

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Nikoping, Suécia, dia 1

Este texto foi escrito de memória, dez meses depois da visita à Suécia Já não é novidade para ninguém que a vida está repleta de surpresas. E esta pequena história conta uma delas. Pois também sabemos o que é uma ...

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E uma nova etapa se inicia…

Após dois anos num estado de semi permanência em Praga, chegou a altura de iniciar uma nova etapa na minha relação com esta cidade, com este povo, com este país. Foram cerca de doze meses a calcorrear trilhos, cantos esquecidos, ...

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Praga. República Checa.

Talvez lenda, talvez facto: a palavra corrente por aqui é que uma das consequências do longo encerramento das fronteiras na antiga Checoslováquia, foi o desenvolvimento de um apurado gosto entre os checos pela caminhada. A verdade é que por aqui ...

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Praga. República Checa.

Depois de quatro ou cinco meses de interregno, ai está ele, o desejado, o aguardado, o ansiado, o esperado… regresso. Cheguei ontem, hoje o dia está preenchido. É isto, viver em Praga. Plenitude, dinâmica, variedade. É dia 28, último Domingo ...

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Okor. República Checa. 1 de Março de 2008.

O combino já vinha de há alguns dias. A ideia era reunir um grupo de amigos e passar uma tarde de Sábado diferente, fora da grande cidade. Os destinos foram colocados a debate e a minha sugestão ganhou força, acabando ...

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Terezin. 9 de Fevereiro.

A viagem é do mais simples que se pode imaginar. Com uma regularidade horária saem da estação rodoviária de Florenc os autocarros para Litomerice, pequena cidade que dista cerca de 3 km do nosso destino. E quanto a Florenc, trata-se ...

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Praga. 23 de Fevereiro de 2008.

Hoje, fui turista, nesta cidade que é já minha. Não tão minha como dos que por aqui nasceram ou para cá se mudaram há tanto tempo que lhes parecerá séculos, mas, mesmo assim, já minha. Foi Sábado, e o sol ...

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Dresden, Alemanha. 11 a 13 de Fevereiro de 2008.

Ter residência estabelecida na Europa Central tem destas coisas: as portas duma mão cheia de países encontram-se abertas. É só escolher e cair inebriado com a variedade, contrastante com toda uma vida encravado em Portugal, onde visitar o estrangeiro é ...

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Praga. 31 de Janeiro de 2008.

De regresso a Praga. Aqui sou feliz. Um outro eu, diferente do que conheci durante 40 anos. Esta cidade é agora sangue do meu sangue, parte integrante do meu sistema. Reconhecida a incapacidade de aprender a língua, continuo a absorver ...

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Praga. 14 de Novembro.

E o Inverno abateu-se sobre a região. Cinzento dia, um após outro. Chuva. Neve não, que aqui como em todo o lado o clima persiste na teimosia de estranhos costumes. Lá para a província sim, diz que já se viram ...

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Praga. 31 de Outubro.

A malfadada virulência está quase vencida. Da gripe resta uma tosse irritante e uma certa obstrução das vias nasais. Estou portanto apto para sair à noite. Ora durante o dia, nas andanças rotineiras, encontrei um clube de Jazz, por coincidência ...

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Praga. 28 de Outubro.

Sai para a rua pelo meio da manhã. Depois de tantos dias cinzentões foi um novo prazer rever o sol. Coisa nova, esta saudade do grande astro, que não existe num país onde raro é um dia de chuva com ...

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Praga. 24 de Outubro.

Ontei deitei-me cansado. Hoje, acordei com gripe. Pesada punição para o viandante, ansioso de viver cada instante da aventura. Os olhos pesam e o corpo recusa o movimento. Após um par de horas a máquina humana põe-se finalmente em marcha. ...

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Praga. 21 de Outubro.

A linha de metro amarela é extensa. Conta com vinte e duas estações, e atravessa a cidade de ponta a ponta, no sentido longitudinal. Nos seus extremos é já uma Praga rural e ao mesmo tempo industrial que encontramos. As ...

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Viena. Praga. 2 de Outubro.

Depois da prolongada noite da véspera, acordar para ir apanhar o comboio foi algo tormentoso. Acordei o Thomas para me despedir, e separámo-nos com um caloroso abraço. A viagem até Sudbanhoff decorreu sem incidentes. Como sempre em Viena, as coisas ...

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Viena. 1 de Outubro. Dia 11.

Um dia morto. A exaustão provocada pela intensidade com que tudo tem sido vivido nas últimas semanas apodera-se de mim. Bem sei que é o último dia em Viena, mas o cansaço impede o pleno gozo destes últimos momentos. Acabo ...

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Viena. 30 de Setembro. Dia 10.

Acordo já tarde, depois da noite intensa da véspera, como aliás se tornou um hábito em Viena. Com o que resta da manhã não há muito a fazer, mas aventuro-me um pouco. Sempre com os olhos postos no relógio, pois ...

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Viena. 29 de Setembro. Dia 9.

Último dia com o Flo. Tenho pena de mudar, senti-me aqui muito bem, pelo ambiente intimista, quase feito à minha medida, mas também pelo anfitrião, pela localização priviligiada, pelo accesso Internet rápido. É Sábado, e à tarde ele vai até ...

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Viena. 28 de Setembro. Dia 8.

O dia começa mal. Atravessei a cidade para visitar o Museu Militar e tudo isto para o encontrar encerrado. É Sexta-feira. Pensava que o encerramento às 2ªs feiras era uma regra “universal” para os museus. Afastada a primeira hipótese do ...

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Viena. 27 de Setembro. Dia 7.

Vaguear sem destino pelas ruas de Viena é uma crueldade pelo excesso: a cada momento uma nova maravilha nos extasia, a grandiosidade banaliza-se e o conceito de centro ou baixa é muito difuso. Ali, tudo é central. Numa cidade “normal”, ...

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Bratislava. Viena. 25 de Setembro. Dia 6.

 Depois da noitada de ontem, acordei incrivelmente tarde. A manhã foi uma nulidade. Apesar de não sofrer normalmente da “popular” ressaca, há misturas “letais”. Nove horas de sono depois o mundo ainda gira em meu redor. A cabeça estala, a ...

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Bratislava. 24 de Setembro. Dia 5.

E ao quinto dia, assumi o papel do turista comum. Juntei-me ao caudal, subi ao castelo, símbolo maior das atracções da cidade e fotografei como um louco. Não escondi o meu estatuto. De mochila às costas, pele bronzeada e máquina à tiracolo ...

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Bratislava. 23 de Setembro. Dia 4.

Este foi um daqueles dias que sucedem quando se está em viagem, a que que chamo de “baixa intensidade”. Faz-se pouco, anda-se pouco, enfim, um fenómeno de descompressão que surge espontâneamente. Acordámos já um pouco tarde. E junta-se a ronha ...

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Bratislava. 22 de Setembro. Dia 3.

  Dia de muita passeata. Pela manhã, a ascensão a um dos pontos altos da cidade, onde foi erigido o monumento dedicado aos soldados soviéticos mortos em combate na Eslováquia durante a II Guerra Mundial. O local, para além da ...

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Bratislava. 20 de Setembro. Dia 1.

    Primeiro dia completo de Bratislava, depois de uma noite de descanso bem dormida e, diga-se de passagem, completamente merecida. Quando acordo, a casa está vazia. Os meus anfitriões já sairam para trabalhar. São quase nove horas. Depois de ...

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Bratislava. 21 de Setembro. Dia 2.

  Hoje, quase inesperadamente, mudarei de anfitrião. O Matus disse-me que teria que sair um dia mais cedo, porque a namorada vem passar o fim-de-semana com ele e…. pois… já se está a ver o filme…. quarto é só um, ...

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Bratislava. 19 de Setembro. Dia 0.

Depois de um interregno, vital para o retemperamento de forças e abastecimento dos cofres, o Papa-léguas, faminto, regressa à acção. E desta feita não será coisa pouca: iniciando o circuito em Bratislava, seguir-se-á Viena, e, por fim, uma estadia de ...

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Budapeste. 4 de Maio. Dia 9.

Pronto, reconheço. Nove dias é demais para visitar uma cidade, mesmo que seja enorme em área e riqueza turística. Ou então tem a haver com a intensidade que se aplica no início. A verdade é que estamos arrasados, saturados. Quero ...

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Budapeste. 3 de Maio. Dia 8.

Mais um dia fraquito, vítima de cansaço acumulado. Já não há a frescura dos primeiros dias. Passei a manhã a descansar. Sai para procurar alguns DVD’s de filmes húngaros, numa missão parcialmente cumprida, uma vez que encontrei dois dos quatro ...

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Budapeste. 2 de Maio. Dia 7.

Logo pela manhã, brincadeira no labirinto perto do novo Teatro Nacional. A caminho do próximo destino, encontramos quase por acaso as maravilhas do grande mercado. Já conheciamos o edíficio mas desta vez temos oportunidade de entrar e de ficar fascinados ...

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Budapeste. 1 de Maio. Dia 6.

Arriscaria afirmar que hoje foi o dia mais preenchido desta estadia que já leva quase uma semana. E as operações nem se iniciaram muito cedo. Era dez da manhã e ainda me debatia com umas belas torradas com compota de ...

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Budapeste. 30 de Abril. Dia 5.

Hoje foi um dia muito especial nesta estadia. Isto, porque não foi passado em Budapeste. Os nossos anfitriões convidaram-nos para os acompanhar numa passeata para bem longe da cidade, numa Segunda-feira que é de ponte, a juntar o Domingo ao ...

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Budapeste. 29 de Abril. Dia 4.

Ontem estava eu descansadinho no apartamento quando me foram desinquietar para uma volta nocturna. Muito bem, seja. Ouvi falar em fantástica iluminação da cidade, num ambiente cheio de vida, em ruas repletas de gente. E assim era. Confirmo. Foi-se andando ...

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Budapeste. 28 de Abril. Dia 3.

Antes de mais, uma nota retrospectiva, um cheirinho do passado recente. Ontem à noite, saimos às ruas. Sexta-feira, um cheiro especial no ar, de gente que se movimenta com a descontracção que só uma véspera de fim-de-semana permite. Da varanda, ...

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Budapeste. 27 de Abril. Dia 2.

  Hoje foi dia de dormir sem limites, o que resultou num despertar pelas nove horas. Levantar de imediato, dois yogurtes pela goela abaixo à laia de pequeno-almoço, e estamos na rua. Primeira missão: comprar bilhetes de uma semana para ...

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Budapeste. 26 de Abril. Dia 1.

Um despertador que toca pouco depois das quatro da manhã terá sempre que ser considerado um instrumento de tortura. Era assim quando me batiam à porta, mais ou menos por essa hora, estando eu de oficial de serviço ao quarto ...

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Budapeste. 24 de Abril. Preliminares.

Faltam dois dias,  o entusiasmo escasseia. Esta coisa de viagens é como tudo o resto. Cria-se o hábito, vem a rotina, logo, um certo desinteresse de coisa adquirida. Já lá vão os tempos em que uma aproximação destas significava noites ...

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Praga. 30 de Março. Dia 3. Manhã

O dia começou tarde. Saimos de casa pelas 10 horas, tendo como primeiro destino a torre que domina o extremo este da ponte Karlovo. Escadas acima e escadas abaixo circulam grupos de estudantes checos em visita de estudo, entre os ...

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Praga. 29 de Março. Dia 2. Tarde.

Depois das andanças matutinas e de um retemperador momento no apartamento, atravessámos a ponte Karlovo, ícone máximo da cidade, sempre pejada de turistas e de artistas de rua, que se dividem entre os expositores plásticos e os que actuam ali, ...

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Praga. 29 de Março. Dia 2. Manhã.

Havia a ameaça de um despertar madrugador, vinculado aquela ânsia de turista voraz que tudo quer abarcar antes que o tempo se lhe escoe entre os dedos. Como tantas vezes sucede, mais fácil é planear do que efectuar. Depois de ...

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Praga. 28 de Março. Dia 1. Primeiros Passos.

A localização do apartamento é estratégica. De resto, isso eu já sabia, mas estava algo apreensivo com uma possível centralidade excessiva, facilmente traduzível por algazarra de viandantes e sossego periclitante. Mas não. Adiante. O que interessa é que assim que ...

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Praga. 28 de Março. Dia 1. Chegada.

O tempo está ainda indefenido. A previsão metereológica apontava para um dia de chegada solarengo mas a aproximação à pista não deixava dúvidas: do solo, nem sinal. Nuvens. Cobertura total. Já com os pés bem assentes na terra, a perspectiva ...

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