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Ricardo Ribeiro

Comecei a cruzar o mundo já tarde, mas num espaço de tempo relativamente curto senti recuperado o atraso. Foram cerca de cinquenta países e muitas experiências, em apenas nove anos, quase todas narradas no blog Papaléguas. Mas esses escritos são apenas um diário de viagens. Senti que tinha mais a contar, que podia ensinar algo. E decidi iniciar um segundo blog. Se o primeiro pode ser definido como “de viagens”, este é “sobre viagens”.

Viena. 27 de Setembro. Dia 7.

Vaguear sem destino pelas ruas de Viena é uma crueldade pelo excesso: a cada momento uma nova maravilha nos extasia, a grandiosidade banaliza-se e o conceito de centro ou baixa é muito difuso. Ali, tudo é central. Numa cidade “normal”, ...

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Bratislava. Viena. 25 de Setembro. Dia 6.

 Depois da noitada de ontem, acordei incrivelmente tarde. A manhã foi uma nulidade. Apesar de não sofrer normalmente da “popular” ressaca, há misturas “letais”. Nove horas de sono depois o mundo ainda gira em meu redor. A cabeça estala, a ...

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Bratislava. 24 de Setembro. Dia 5.

E ao quinto dia, assumi o papel do turista comum. Juntei-me ao caudal, subi ao castelo, símbolo maior das atracções da cidade e fotografei como um louco. Não escondi o meu estatuto. De mochila às costas, pele bronzeada e máquina à tiracolo ...

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Bratislava. 23 de Setembro. Dia 4.

Este foi um daqueles dias que sucedem quando se está em viagem, a que que chamo de “baixa intensidade”. Faz-se pouco, anda-se pouco, enfim, um fenómeno de descompressão que surge espontâneamente. Acordámos já um pouco tarde. E junta-se a ronha ...

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Bratislava. 22 de Setembro. Dia 3.

  Dia de muita passeata. Pela manhã, a ascensão a um dos pontos altos da cidade, onde foi erigido o monumento dedicado aos soldados soviéticos mortos em combate na Eslováquia durante a II Guerra Mundial. O local, para além da ...

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Bratislava. 20 de Setembro. Dia 1.

    Primeiro dia completo de Bratislava, depois de uma noite de descanso bem dormida e, diga-se de passagem, completamente merecida. Quando acordo, a casa está vazia. Os meus anfitriões já sairam para trabalhar. São quase nove horas. Depois de ...

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Bratislava. 21 de Setembro. Dia 2.

  Hoje, quase inesperadamente, mudarei de anfitrião. O Matus disse-me que teria que sair um dia mais cedo, porque a namorada vem passar o fim-de-semana com ele e…. pois… já se está a ver o filme…. quarto é só um, ...

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Bratislava. 19 de Setembro. Dia 0.

Depois de um interregno, vital para o retemperamento de forças e abastecimento dos cofres, o Papa-léguas, faminto, regressa à acção. E desta feita não será coisa pouca: iniciando o circuito em Bratislava, seguir-se-á Viena, e, por fim, uma estadia de ...

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Budapeste. 4 de Maio. Dia 9.

Pronto, reconheço. Nove dias é demais para visitar uma cidade, mesmo que seja enorme em área e riqueza turística. Ou então tem a haver com a intensidade que se aplica no início. A verdade é que estamos arrasados, saturados. Quero ...

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Budapeste. 3 de Maio. Dia 8.

Mais um dia fraquito, vítima de cansaço acumulado. Já não há a frescura dos primeiros dias. Passei a manhã a descansar. Sai para procurar alguns DVD’s de filmes húngaros, numa missão parcialmente cumprida, uma vez que encontrei dois dos quatro ...

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Budapeste. 2 de Maio. Dia 7.

Logo pela manhã, brincadeira no labirinto perto do novo Teatro Nacional. A caminho do próximo destino, encontramos quase por acaso as maravilhas do grande mercado. Já conheciamos o edíficio mas desta vez temos oportunidade de entrar e de ficar fascinados ...

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Budapeste. 1 de Maio. Dia 6.

Arriscaria afirmar que hoje foi o dia mais preenchido desta estadia que já leva quase uma semana. E as operações nem se iniciaram muito cedo. Era dez da manhã e ainda me debatia com umas belas torradas com compota de ...

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Budapeste. 30 de Abril. Dia 5.

Hoje foi um dia muito especial nesta estadia. Isto, porque não foi passado em Budapeste. Os nossos anfitriões convidaram-nos para os acompanhar numa passeata para bem longe da cidade, numa Segunda-feira que é de ponte, a juntar o Domingo ao ...

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Budapeste. 29 de Abril. Dia 4.

Ontem estava eu descansadinho no apartamento quando me foram desinquietar para uma volta nocturna. Muito bem, seja. Ouvi falar em fantástica iluminação da cidade, num ambiente cheio de vida, em ruas repletas de gente. E assim era. Confirmo. Foi-se andando ...

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Budapeste. 28 de Abril. Dia 3.

Antes de mais, uma nota retrospectiva, um cheirinho do passado recente. Ontem à noite, saimos às ruas. Sexta-feira, um cheiro especial no ar, de gente que se movimenta com a descontracção que só uma véspera de fim-de-semana permite. Da varanda, ...

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Budapeste. 27 de Abril. Dia 2.

  Hoje foi dia de dormir sem limites, o que resultou num despertar pelas nove horas. Levantar de imediato, dois yogurtes pela goela abaixo à laia de pequeno-almoço, e estamos na rua. Primeira missão: comprar bilhetes de uma semana para ...

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Budapeste. 26 de Abril. Dia 1.

Um despertador que toca pouco depois das quatro da manhã terá sempre que ser considerado um instrumento de tortura. Era assim quando me batiam à porta, mais ou menos por essa hora, estando eu de oficial de serviço ao quarto ...

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Budapeste. 24 de Abril. Preliminares.

Faltam dois dias,  o entusiasmo escasseia. Esta coisa de viagens é como tudo o resto. Cria-se o hábito, vem a rotina, logo, um certo desinteresse de coisa adquirida. Já lá vão os tempos em que uma aproximação destas significava noites ...

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Praga. 30 de Março. Dia 3. Manhã

O dia começou tarde. Saimos de casa pelas 10 horas, tendo como primeiro destino a torre que domina o extremo este da ponte Karlovo. Escadas acima e escadas abaixo circulam grupos de estudantes checos em visita de estudo, entre os ...

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Praga. 29 de Março. Dia 2. Tarde.

Depois das andanças matutinas e de um retemperador momento no apartamento, atravessámos a ponte Karlovo, ícone máximo da cidade, sempre pejada de turistas e de artistas de rua, que se dividem entre os expositores plásticos e os que actuam ali, ...

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Praga. 29 de Março. Dia 2. Manhã.

Havia a ameaça de um despertar madrugador, vinculado aquela ânsia de turista voraz que tudo quer abarcar antes que o tempo se lhe escoe entre os dedos. Como tantas vezes sucede, mais fácil é planear do que efectuar. Depois de ...

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Praga. 28 de Março. Dia 1. Primeiros Passos.

A localização do apartamento é estratégica. De resto, isso eu já sabia, mas estava algo apreensivo com uma possível centralidade excessiva, facilmente traduzível por algazarra de viandantes e sossego periclitante. Mas não. Adiante. O que interessa é que assim que ...

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Praga. 28 de Março. Dia 1. Chegada.

O tempo está ainda indefenido. A previsão metereológica apontava para um dia de chegada solarengo mas a aproximação à pista não deixava dúvidas: do solo, nem sinal. Nuvens. Cobertura total. Já com os pés bem assentes na terra, a perspectiva ...

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