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Como uma Maçã pode custar 500 Dólares

Esta situação passou-me pelos olhos e quis partilhar com os leitores do Cruzamundos. É um duplo aviso. Por um lado sobre a necessidade de respeitar a regulamentação aeroportuária, por outro lado sobre o radicalismo das autoridades norte-americanas.

Crystal Ladlock regressava de uma viagem a Paris com a Delta Airlines. A meio do voo o pessoal de cabine distribuiu maçãs, embaladas num saco de plástico com o logo da companhia, como um snack para os passageiros.

Crystal decidiu guardar a sua maçã para comer no seu voo final, doméstico. Mas ao passar pelo controle de bagagem o pessoal da U.S. Customs and Border Protection seleccionou a sua mala para uma inspecção aleatória de rotina.

Quando o agente encontrou a maçã, disse logo à passageira que a iria multar em 500 Dólares por tentar introduzir no país um produto agrícola não declarado, apesar de este estar selado, ser uma simples maçã e original de uma empresa norte-americana.

Portanto, se visitar os EUA, pense duas vezes no que leva na mala e não espere bom-senso por parte do pessoal da U.S. Customs and Border Protection. Claro que isto pode acontecer noutros países, por isso pense duas vezes antes de tentar a sua sorte.

Se quiser ler uma notícia em inglês com mais detalhes poderá fazê-lo na Fox News.

About Ricardo Ribeiro

Comecei a cruzar o mundo já tarde, mas num espaço de tempo relativamente curto senti recuperado o atraso. Foram cerca de cinquenta países e muitas experiências, em apenas nove anos, quase todas narradas no blog Papaléguas. Mas esses escritos são apenas um diário de viagens. Senti que tinha mais a contar, que podia ensinar algo. E decidi iniciar um segundo blog. Se o primeiro pode ser definido como “de viagens”, este é “sobre viagens”.

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