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Paris – Outubro de 2014 – Dia 8

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Quilómetros nas Solas: 12 Km
Rombo no Orçamento: 4,20 Metro

Locais Turisticos: Sena; Les Invalides.

 

Depois do horrível dia da véspera seria díficil piorar mais. Por esta altura já tinha percebido que qualquer coincidência entre uma previsão metereológica em Paris e o tempo que faz na realidade é isso mesmo, uma mera coincidência. O que sabia era que queria mesmo muito um dia aceitável, por uma razão concreta: visitar o museu e os jardins Albert Kahn, na extremidade de Paris central – tecnicamente até são fora da cidade, que tinha referenciado mesmo antes de partir e que tinham sido recomendados pelo Alain.

E não é que o dia estava mesmo esplêndido? A casa do Pascal é algo sombria, de lá de dentro só se vê uma nesga de céu, mas o que se avistava estava mesmo azulão. Milagre? Não tanto. Apenas um preparativo para o drama: emergência técnica de trabalho, não posso sair. Que maravilha… no primeiro dia de sol, um estouro físico. No segundo, um estouro técnico! Fiquei em casa até às 14 horas, espreitanto para aquele pedacinho de céu de tempos a tempos, praguejando com a cor que continuava a ver.

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Finalmente a caminho… chegámos ao museu… levou uma boa meia-hora de precioso tempo. E… ah pois… estava a correr bem demais… parte do jardim está encerrado para obras, por coincidêndia aquele segmento que eu queria mesmo ver, os jardins japoneses. O bilhete custa o mesmo, apesar de uma significativa secção estar fechada. 5 Euros. Voltamos para trás.

Não há muito mais a fazer. Entretanto as núvens voltaram. Fomos espreitar os famosos Les Invalides, um edíficio monumento que foi construido por ordens de Napoleão para apoiar os veteranos das suas campanhas. Hoje alberga o museu militar e o mausoléu do Grande Imperador. Como basicamente tudo em Paris desperta-nos um encolher de ombros… é isto? OK. Atravessamos o Jardim das Tulherias. O mesmo. Nada de especial. Caminhamos junto ao Sena. Pode ser que o pôr-de-sol seja tão espectacular como o do outro dia, vamos tentar estar no mesmo local, na ponte Alexandre III.

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Não foi mau de todo, mas sem a espectacularidade do outro dia. Gostei da silhueta da torre com os seus holofotes a varrerem o céu. Ficámos a ver até ser já escuro. E mesmo depois disso estendemos o passeio, sem rumo claro. Andámos um pouco junto ao banco do rio, pela margem esquerda, e depois entrámos no Bairro Latino, penso seu, para apanhar o metro para casa.

Este serão tinhamos um outro viajante a ficar lá em casa; foi engraçado, mas a qualidade da conversa decresceu um pouco. Já a comida estava uma maravilha! Depois da refeição fomos todos passear por Montmartre. Mais uma vez a sensação dominante: foi porreirito. Passámos a Pigale, subimos à Sacré Coueur, vimos as luzes da Torre Eiffel ao longe, tivemos alguns esclarecimentos por parte do nosso anfitrião, enfim, deu para esticar as penas e fechar a estadia de forma um pouco diferente. Foi a última noite passada em Paris.

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About Ricardo Ribeiro

Comecei a cruzar o mundo já tarde, mas num espaço de tempo relativamente curto senti recuperado o atraso. Foram cerca de cinquenta países e muitas experiências, em apenas nove anos, quase todas narradas no blog Papaléguas. Mas esses escritos são apenas um diário de viagens. Senti que tinha mais a contar, que podia ensinar algo. E decidi iniciar um segundo blog. Se o primeiro pode ser definido como “de viagens”, este é “sobre viagens”.

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