Home / Noticias das Viagens / Companhia aérea WoW colapsa

Companhia aérea WoW colapsa


Os que já sabem notarão que a notícia não é assim tão fresca como isso. Mas para os que não sabem poderá ser informação interessante. É que o tempo do Cruzamundos anda muito curto para tantos projectos, mas não quis deixar de passar a informação.

Pois é, a companhia islandesa de baixo custo WoW, fundada em 2011 por Skuli Mogensen, colapsou. Como o próprio Estado islandês há coisa de 10 anos. A mim custa-me a perceber o fetiche que muita gente tem pela Islândia num sentido de exemplo, como se esta mania de levar as coisas à bancarrota fosse exemplar. Mas isso agora não importa para nada, como dizia a Teresa Guilherme.

Mais do que colapsar a WoW fê-lo sem dignidade nem respeito por ninguém. Deixou todos os seus passageiros apeados, sem pré-aviso nem qualquer indicação do que se estava prestes a passar. As pessoas foram para o aeroporto, viram a informação de que os seus voos estavam atrasados, tiveram direito ao snack costumário nesta situações, e depois, como que para ajudar à digestão, veio a notícia: não iria haver voo, nem naquele dia nem nunca mais. Que se orientassem como pudessem.

Uma das coisas mais impressionantes é que a companhia vendeu bilhetes até ao último momento e não se crê que alguém veja o dinheiro gasto em passagens.

About Ricardo Ribeiro

Comecei a cruzar o mundo já tarde, mas num espaço de tempo relativamente curto senti recuperado o atraso. Foram cerca de cinquenta países e muitas experiências, em apenas nove anos, quase todas narradas no blog Papaléguas. Mas esses escritos são apenas um diário de viagens. Senti que tinha mais a contar, que podia ensinar algo. E decidi iniciar um segundo blog. Se o primeiro pode ser definido como “de viagens”, este é “sobre viagens”.

Veja também...

O Estranho Caso do voo BA3271 da British Airways

A British Airways envia avião para destino trocado, para divertimento dos passageiros.

Lufthansa processa passageiro que perde voo

Uma estranha situação protagonizada pela Lufthansa, que exige mais de 2 mil Euros de indemnização a um passageiro que não embarcou no segundo percurso de uma viagem aérea.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *