Dia sem nada de especial. De manhã chamei um Uber. Decidi-me sobre o power bank a comprar e vou ao Shopping, porque não, passearei um pouco por ele com mais calma. Mas não vai acontecer. O Shopping está… fechado! Sexta-feira, tudo encerrado. Contra a informação existente no Google que dizia que abriria às 11 h. O guarda mostra-me, desenhando a cunha na palma da mão. Cunha, significa Um, na numeração em árabe. Só abrirá à 1 hora. Não vou esperar. O meu telefone já está a ficar sem bateria, vai morrer. Num último dramático acto, consigo chamar um Uber, que demorará século a chegar.

Fora este início frustrante o dia decorrerá preguiçoso, de repouso. Fui até à mercearia do meu amigo indiano, mas traseiras do hotel. Comprei as coisinhas do costume, snacks, incluindo mais uma embalagem de deliciosas tâmaras.

Passei o dia na caminha do hotel. Vi filmes no Netflix, um jogo de futebol da liga inglesa, li, preparei os próximos dias da viagem, batalhei para tirar online o visto do Bahrain, comprei passagens aéreas.

Estiquei as pernas indo até à estação de novo na esperança de a ver aberta ao público. Sem sorte.

Ao serão regresso à tasca paquistanesa e volto-me a deliciar com a comida e com os preços. No dia seguinte prosseguirei para a última paragem da aventura saudita: Al Ula.

 

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